A jornalista Fernanda Paradizo é corredora e viaja o mundo para cobrir e fotografar provas internacionais. Fez sua estréia nos 42 km em 1997, em Nova York, e a partir de então não parou mais de correr. Já completou oito maratonas internacionais.
No último final de semana, nos dias 26 e 27 de junho, foi realizado na pista de atletismo do Constâncio Vaz Guimarães o Campeonato Brasileiro de Atletismo, que reuniu jovens atletas até 19 anos. Na disputa, em jogo não apenas o título de campeão brasileiro juvenil do ano, mas também a última oportunidade para tentar o índice para o Mundial da modalidade, que acontece entre 16 e 25 de julho, no Canadá. No total, 8 atletas confirmaram suas marcas e mais três fizeram o índice pela primeira vez. Veja abaixo algumas das novas caras do jovem atletismo brasileiro, nossas esperanças de medalha para 2016.
A paulista Bárbara Farias de Oliveira (400 m) e o paranaense Hederson Estefani (400 m e 400 m com barreiras) foram eleitos o destaque feminino e masculino do campeonato. Bárbara, que tem 19 anos e é de Osasco, e é a número 1 do Ranking Nacional 2010.
Na prova de 4x400 m feminino, Bárbara fechou o revezamento feminino, ajudando a equipe de São Paulo a conquistar o ouro e a estabelecer novo recorde do campeonato, com 3:41.54.
Revezamento 4x400 m: Jessica Gonzaga dos Santos, Bárbara Farias de Oliveira, Natalia Monique dos Santos Oliveira e Natallia Oliveira da Silva
Aos 19 anos, Lourival (na foto acima) lidera o ranking nacional junto com Caio Cezar Fernandes dos Santos, de Barretos (SP), que tem a mesma marca de Lourival e também a vaga garantida para a disputa no Canadá. Na competição, Caio, de 17 anos, levou duas medalhas de prata: uma no salto em distância e outra nos 100 m.
Jovens promissores do salto em distância: Caio e Lourival
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Domingo é dia de Ironman Brasil, em Floripa. Das nove edições realizadas, tive o privilégio de estar em seis edições, todos elas com a câmera na mão, aguardando sempre o momento para o melhor clique. Já fiz imagens que considero boas, mas nenhuma delas superou a largada da primeira edição, em 2001, onde o nascer-do-sol surge esplendorosamente à frente dos atletas que correm em direção ao mar. Confesso que foi uma imagem feita com uma ajudinha do acaso, mas o que seria de nós, fotógrafos, se a a sorte não estivesse em alguns momentos do nosso lado. Que a imagem abaixo sirva de inspiração para todos que estarão no próximo domingo perfilados na Praia de Jurerê Internacional, em Florianópolis.

Largada do Ironman Brasil 2001 (by fparadizo)
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Ana Luiza Garcez, a Animal, já é figurinha carimbada na Corrida PA Kids. A ex-moradora de rua faz questão de marcar presença em todas as edições do evento, como staff. Responsável por entreter a criançada na área de aquecimento, pouco antes do tiro de largada, ela não para um só minuto e se mostra sempre pronta a ajudar aqueles que precisam. Para cada edição do evento, ela prepara sempre um visual diferente. Confira abaixo os diferentes looks de Ana em quatro edições do evento.
Óculos de coração, cabelo alisado e franja grudada na testa na última edição
Tiara cheia de penduricalho em 2009

Crédito foto: Eckhard Pecher
Já a britânica Paula Radcliffe, que domina o ranking dos melhores tempos em maratona desde 2003, com 2h15min25s, o afastamento das competições tem por uma causa diferente. Aos 36 anos, a atleta anunciou na semana passada que está grávida de seu segundo filho, que deve nascer em setembro. Mãe de uma menina de 3 anos, Radcliffe, que não compete desde a 4ª colocação obtida em novembro do ano passado na Maratona de Nova York, planeja retornar às competições em 2011 e, a exemplo de Ibinbaeva, continua firme e forte com o sonho de uma medalha olímpica nos Jogos de Londres 2012.
Crédito foto: Fernanda Paradizo
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Hoje é dia 5 de abril. Passaram-se exatamente 12 anos desde que fiz minha primeira Maratona de Paris, uma das provas mais bonitas e emocionantes. Não foi uma corrida qualquer aquela. Era 1998, ano de Copa do Mundo e exatamente na França. Treinei duro a temporada toda para encarar minha segunda experiência nos 42 km. Lembro da dificuldade de conciliar trabalho com corrida na época, mas eu estava totalmente anestesiada com o resultado obtido em Nova York, cinco meses antes, na minha estréia em maratonas, quando fiz 3h49, que tudo parecia fluir bem. Lembro que, ainda no aeroporto, recebi do técnico Wanderlei de Oliveira meu plano de vôo. Ou seja, uma planilha com o tempo de passagem que deveria seguir. Olhei aquilo assustada. Questionei na hora, mas guardei a planilha e não toquei mais no assunto a viagem inteira. O tempo previsto? 3h38min59s. Eram 10 minutos abaixo do tempo de Nova York.
Viajamos num grupo de oito pessoas, incluindo o Wanderlei de Oliveira, o único ali que já havia corrido a prova. Chegamos a Paris na quinta. Ver o Arco do Triunfo ali pela primeira vez parecia um sonho. Era como se eu estivesse dentro de um filme. Mas, diferentemente de Nova York, onde tudo lembra maratona, em Paris nada dizia que no domingo haveria um evento de tal grandeza. E, quando os parisienses falavam conosco, queriam mais é saber de futebol. O "Ronaldô" era a sensação do momento e prometia ser a atração principal daquela Copa.
Assim que chegamos a Paris, deixamos as malas no hotel e saímos para correr em plena Champs Elysées. Seguimos em frente na nossa corrida de reconhecimento pela cidade, comandada por nosso técnico, que conhecia muito bem o caminho. Passamos pelo Louvre e novamente fiquei maravilhada com o que via. Eu, que nada conhecia da cidade, achava que em poucos minutos estaríamos entrando no famoso Bois de Boulogne, onde acontecem os quilômetros finais da prova e que na verdade ficava no sentido oposto ao que estávamos indo. Seguimos adiante e entramos num parque pequeno, que parecia até particular. Era o Parc de Monceau.
Início de primavera em Paris, os jardins estavam começando a ganhar flores, principalmente tulipas. Fizemos muita coisa naqueles dias que antecederam à prova, mas tudo muito perto do hotel, para não cansar as pernas. Em Paris, anda-se muito. Aproveitávamos também a facilidade do metrô para ir aos locais um pouco mais distantes. Lembro de ter ficado desapontada com a Expo, que não chegava aos pés da feira da Maratona de Nova York. Foi ali na verdade que aprendi que cada prova tem sua particularidade. E Paris tinha a sua. Os dias se passaram e muito pouca coisa ainda lembrava que ali aconteceria a prova. E olha que estávamos hospedados a apenas um quarteirão da Champs Elysées, o que não dava nem 1000 metros da largada. O tempo demorou a passar em Paris, mas o dia da prova chegou e tive que voltar atenção a minha realidade. Embora não acreditasse muito naquele tempo proposto, estava tranqüila e não via a hora de poder correr.
Antes de ir para a largada, aquecemos na calçada da Champs Elysées. "Aquecer para correr uma maratona?", questionei o Wanderlei. "É mesmo necessário isso?" A resposta foi curta: "Sim... aqui dá para fazer isso. Vamos aquecer e sair já no ritmo proposto". E largamos. Na descida da Champs Elysées, passei o primeiro km a 4min20s, 1 minuto abaixo do tempo previsto na planilha. E achei que estava tranqüila. Segurei a ansiedade desse começo de prova e no km seguinte já caí no ritmo estabelecido para esse início de prova: 5min20s por km. Posso dizer que a primeira metade da prova foi bem fácil e tranqüila. Em ano de Copa do Mundo, e tendo o Brasil como favorito, os franceses que passavam por mim nessa primeira metade não paravam de cantarolar "Aquarela do Brasil" num ritmo meio esquisito e, de vez em quando, gritavam algo que parecia ser um "Ronaldô" ou "Rivaldô".
Concentrada na prova, fui percorrendo os quilômetros, não dando muito bola para o que acontecia ao redor e seguindo à risca minha planilha, com aquele 1 minuto de crédito do início na Champs Elysées. Os postos de água, a cada 5 km, eram bem tumultuados. Embora o Wanderlei tivesse me avisado sobre passar adiante e pegar água só no final do posto, que era extenso, para me livrar da multidão, tinha medo de ficar sem hidratação e não segui o recomendado. Fui levando a prova.
Beirando o Rio Senna, nem vi na passagem dos 30 km a Torre Eiffel, no lado oposto ao que estava. Mesmo seguindo à risca a planilha e estando tudo sob controle, fiquei entediada da prova e já não via a hora de acabar. No km 32, já na outra margem do Rio Senna, um francês juntou-se a mim e perguntou educadamente se poderia correr ao meu lado. Não sou muita adepta a conversas em competição, mas dei sinal de positivo. Ele me perguntou se estava correndo para baixo de 4h. Fiquei assustada com a pergunta. Fiz e refiz as contas e disse: "Espero estar muito abaixo disso". Curiosa, quis saber qual o melhor tempo daquele francês. Eram 4h20. Refiz de novo as contas e disse: "Você sabe que estamos muito abaixo de 4h aqui, não?" Talvez ele não tenha entendido o que eu disse porque não houve resposta. O engraçado de tudo é que, naqueles 10 km finais, meu amigo francês passou a ser meu guia turístico e fazer uma breve descrição de tudo o que aparecia pelo caminho, como a hípica parisiense, o local onde era disputado o Roland Garros, a entrada no Bois de Boulogne e outras coisas mais que nem lembro. Naquele momento esqueci um pouco da planilha, embora soubesse que estava dentro do planejado, e meu tédio foi embora. A conversa que tomou conta de nós por pelo menos uns 50 minutos ganhou um silêncio total nos 2 quilômetros finais. O tempo voou. Passou tudo tão rapidamente que, quando me dei conta, já estávamos na Avenue de Foch, no sprint final para cruzar a linha de chegada. Completei a prova em 3h37min53s, ainda com aquele 1 minuto de crédito conseguido na Champs Elysées. Eu e meu "novo amigo" batemos ali nosso recorde pessoal na distância. Fiquei em êxtase durante um tempo e acabei me perdendo do francês no meio da multidão. Fui para o hotel caminhando, sem nenhum desconforto ou dor, como se não tivesse corrido uma maratona. ali encontrei o Wanderlei e o Milton, que já haviam terminado a prova, ambos também com recorde pessoal, e aguardavam pelos outros no saguão.
Embora contente com o resultado, fiquei com a sensação de ter deixado algo para trás. "Quem era aquele francês? Qual o nome dele?" Por um momento, achei até que tivesse dito seu nome enquanto corríamos, mas não processei a informação. A certeza de que realmente ele existiu e que eu não estava delirando naquele final de prova tive com outro amigo, o Paulo, que ultrapassei no km 40 e disse que presenciou eu recebendo uma "ajudazinha extra" de um "coelho".
Deixei Paris dois dias após a prova. Cerca de um mês depois, recebi pelo correio o certificado e também algumas miniaturas de foto. E numa das imagens eis que aparecia apenas metade do meu "amigo" francês, ou melhor, do meu anjo da guarda, nos quilômetros finais da prova. Como dava para identificar grande parte do número de peito, fiz uma busca pela internet pelo tempo de término e consegui descobrir que Jacques era o nome dele. Final feliz para minha história, que passou a ter começo, meio e fim.
Voltei outras vezes a Paris, algumas para cobrir a prova, e outras duas simplesmente para correr. A competição, que, antes atraía cerca de 20 mil inscritos, hoje reúne 40 mil. Mesmo depois de tantos anos, a prova, apesar de cada vez mais tumultuada nos postos de hidratação, até por ser um percurso em que há curvas e afunilamento, não comportando toda essa quantidade de inscritos, continua sendo mágica. Afinal, poder largar na Champs Elysées tendo o Arco do Triunfo às costas é algo indescritível.
Crédito de foto: Antonio Ponzini (Maratona de Paris 2009)
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A campeã mundial indoor de salto com vara não para mais de receber homenagens. Hoje pela manhã Fabiana Murer foi recebida na sede do Grupo Pão de Açúcar, um dos seus patrocinadores, para ser homenageada mediante os colaboradores da companhia pelo título inédito conquistado para o Brasil em Doha, no Catar. Quem recebeu a atleta no palco foi Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração da empresa.
O Pão de Açúcar aproveitou a ocasião para apresentar aos colaboradores seus mais novos reforços (em parceira com a Clube de Atletismo BM&F Bovespa), que passam a fazer parte da equipe em 2010 já visando os Jogos Olímpicos de Londres 2012 e Rio 2016: Hugo Balduíno de Sousa e Thaissa Barbosa Presti, ambos especialistas em 200 metros rasos, além de Jailma Sales de Lima, corredora de 400 metros. Além dois três atletas, quem também passa a fazer parte da equipe é Barbara Farias de Oliveira (também especialista em 400 metros), medalha de ouro para o Brasil neste final de semana em Medellin, na Colômbia, nos Jogos Sul-americanos sub-23.
Da esquerda para a direita, Hugo, Fabiana, Thaissa e Jailma (by fparadizo)
Em setembro de 2009, escrevi uma matéria para a Contra-Relógio intitulada “Viciados em maquininhas”. Como o próprio nome diz, o texto levanta alguns perfis de pessoas que são viciadas por tecnologia e utilizam tudo o que há de novidade no mercado em prol de sua corrida. Quando estava em busca de pessoas para compor minha matéria, o técnico Wanderlei de Oliveira lembrou de um corredor pra lá de inusitado, que não cabia muito bem no meu tema, mas que tem uma história bem interessante e “corre” na contramão de todos aqueles que são fãs dos cada vez mais sofisticados GPS, pedômetros e freqüencímetros.
O personagem da minha história, que ficou de fora da minha matéria por motivos óbvios, é o maratonista Jacob Nahmias, de 78 anos, que vive em São Paulo, nasceu na Grécia e chegou ao Brasil a bordo de um navio de imigrantes aos 24 anos de idade. Corredor há 15 anos e competitivo na faixa etária, Jacob descobriu um método muito interessante e peculiar para mantê-lo motivado nas competições. Ele literalmente conta os passos enquanto corre. É a maneira que tenho de me concentrar numa prova. Eu nem olho no relógio e fico bravo quando algum corredor do meu lado anuncia quanto deu o quilômetro. Durante a corrida, eu sei que estou competindo com mais ou menos seis atletas da minha categoria e é isso que me mantém concentrado. Eu aciono o cronômetro na largada e só paro no final”, comenta Jacob, que, para facilitar, costuma contar um para cada dois passos e multiplica por dois para saber a distância aproximada que já correu. Na conta de Jacob, cada passo equivale a 1 metro. Mesmo sabendo que a aferição não é perfeita, ele tem seus métodos para chegar a um consenso da real distância percorrida. “Dependendo de quanto estou correndo, sei quando tenho que acrescentar mais 200 ou 300 metros. É uma contagem aproximada. Em subida, por exemplo, costumamos diminuir os passos e nas descidas aumentar. Tudo isso você tem que considerar.” Apesar de ter esse hábito nas competições, nos treinos Jacob abre mão da contagem dos passos para poder usufruir da boa conversa numa corrida entre amigos. 
Foto: Danilo Belmonte


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Ele vai tentar o heptacampeonato na Maratona da Disney no próximo domingo. Claro que estou falando aqui de Adriano Bastos, que amanhã viaja para Orlando em busca de mais uma vitória na mundo encantado do Mickey. Sua primeira vitória ali aconteceu há sete anos. E um fato bem curioso aconteceu na sua estréia. O atleta, que veio do triathlon e sempre gostou de chamar atenção pelo visual, resolveu correr a prova de chiquinhas verde e amarela no cabelo, que deram o que falar. Não bastassem as chiquinhas, Adriano se apresentou para fazer a prova de sunga, top de triathlon e luvas.
Na largada, julgando pela aparência, os corredores que almejavam um lugar ao pódio não deram o menor crédito ao brasileiro, achando que se tratava de um personagem da Disney, conforme relatou ao final da prova para a imprensa o segundo colocado daquela edição. A surpresa foi que o tal “personagem” corria para valer e roubou a cena dos demais, tornando-se o protagonista de uma história que já lhe rendeu seis títulos.
De lá para cá, Adriano sempre inovou no visual... já correu de tranças curtas e mais longas, de chapéu do Pateta ou do Pluto no cabeça. Já tremulou bandeira brasileira na linha de chegada e também a bandeira dos anfitriões. São novas tatuagens que surgem a cada ano, sempre como uma forma de homenagear a prova que o tirou do anonimato.
Para este ano, aguardemos pelo que vem pela frente. Com certeza, Adriano já pensou em em algo bem irreverente para o próximo do domingo. 
De trancinhas longas e bandeira do Brasil na mão (by fparadizo)
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A atleta sérvia Olivera Jevtic, duas vezes campeã da São Silvestre (1998 e 2005), volta a São Paulo em busca do tricampeonato. A informação foi confirmada na semana passada pelos organizadores. Enquanto as brasileiras Lucélia Peres (2006), Marizete de Paula Rezende (2002) e Maria Zeferina Baldaia (2001) brigam pelo bi inédito para o Brasil, Jevtic é a única no “field” feminino que pode ser tricampeã, igualando-se em número de vitórias à mexicana Maria Del Carmen Diaz (1989, 1990 e 1992) e também à queniana Lydia Cheromei (1999, 2000 e 2004), que acumulam três títulos cada. Enquanto isso, a portuguesa Rosa Motta lidera sozinha o ranking das campeãs, com seis vitórias consecutivas (de 1981 a 1986).
Um fato curioso sobre Olivera Jevtic é que, na sua primeira vitória na São Silvestre, há 11 anos, ela desbancou a equatoriana e favorita Martha Tenório, que tentava na época sua terceira vitória na prova. Coincidentemente, as duas atletas venceram sua primeira São Silvestre com apenas 21 anos. A outra coincidência é que Tenório tentou o tricampeonato 11 anos após sua primeira vitória. E o mesmo acontecerá com Jevtic no dia 31 de dezembro. Coincidência ou não, não custa nada ficar atento às próximas semanas para saber se no “field” feminino haverá alguma jovem atleta estreante que poderá desbancá-la.
Olivera na cerimônia de premiação e na largada da SS 2005 (by fparadizo)
